Síndrome do Desfiladeiro Torácico

Dor, amortecimento (formigamento), sensação de peso, frigidez, perda de força no braço, antebraço e mão. Essa sindrome ocorre em até 3% da população

35+

Anos de experiência mestre em cirurgia

Harvard

Pós-graduação nos principais centros dos EUA

SBCT

Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica

Mundial

Uma das maiores experiências mundiais em Pectus
Quando suspeitar

Os sintomas podem confundir com problemas de coluna, ombro e da sindrome do carpo.

A Síndrome do Desfiladeiro Torácico ocorre quando há compressão dos nervos (plexo braquial), artéria subclávia ou veia subclávia na saída do tórax.
O diagnóstico exige correlação entre história clínica, exame físico e exames complementares, porque os sintomas podem se misturar com outras causas de dor e dormência especialmente no braço, antebraço e mão podendo também ocorrer no pescoço, ombro e coluna cervical.
Dor no pescoço, ombro, braço ou mão
Formigamento, dormência ou perda de força
Piora ao levantar os braços
Inchaço, palidez, frieza ou alteração de cor no membro
Tipos principais

A estrutura comprimida define sintomas e conduta.

A compressão pode ser neurológica, arterial ou venosa. E ocorre por diminuição do espaço anatômico por onde passam essas estruturas. Cada tipo tem investigação e urgência diferentes.
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Neurogênica

Mais comum. Afeta nervos do plexo braquial e pode causar: dor, amortecimento (formigamento), sensação de peso e perda da força especialemnte na braço e mãos. Geralmente piora quando eleva o braço.
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Arterial

Pode causar palidez, frieza, dor, mudança da cor da pele, feridas nos dedos exigindo avaliação vascular cuidadosa.
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Venosa

Pode gerar inchaço, peso, mudança de cor de pele para azul, e em alguns casos, trombose venosa do membro superior.
Tratamentos possíveis

O tratamento começa pelo diagnóstico correto.

A maioria dos casos precisa de avaliação funcional e exames antes de qualquer indicação cirúrgica.
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Fisioterapia e reabilitação

Podem ser a primeira linha de tratamento com foco em postura, musculatura e mobilidade . Se houver piora dos sintomas deve ser imediatamente parada devido ao risco de lesões permanentes.
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Exames complementares

o principal é o exame físico realizado por médico experiente. Além de ecodopler, tomografia/ressonancia, Rx e testes específicos conforme suspeita.
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Cirurgia em casos selecionados

Como o problema ocorre devido a alteração anatômica causando compressão de artéria veia e nervos muitos casos necessitam de uma cirurgia de descompressao para evitar a lesão permanete das estruturas.
Avaliação inicial

Descreva sintomas, lado afetado e exames já realizados.

Informe há quanto tempo sente dor, dormência, fraqueza, inchaço ou alteração de cor, e se piora ao levantar os braços.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre desfiladeiro torácico.

É problema de coluna cervical, ombro ou tunel do carpo?

Pode parecer, mas não é a mesma coisa. Por isso, a avaliação precisa diferenciar coluna, ombro, nervos periféricos e compressão no estreito torácico superior.

Quando é mais urgente?

Inchaço importante, mudança de cor, frieza, perda de pulso, perda de força, amortecimento (formigamento) que nao passa ou suspeita de trombose exigem avaliação médica imediata.

Fisioterapia resolve?

Em alguns casos, sim. A cirurgia em muitos casos é a única solução pois irá descomprimir a região, aumentar o espaço por onde passam artéria, veia e nervos.

Avaliação online substitui consulta?

Não. Ela orienta próximos passos e organiza exames, mas diagnóstico e tratamento exigem avaliação médica individual.
Curitiba · PR · CRM 11502-PR

Investigue a compressão antes de tratar no escuro.

Envie seu histórico e exames para triagem inicial de Síndrome do Desfiladeiro Torácico.
(41) 99223-9934 · atendimento@drmalucelli.com.br · Curitiba